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Diego de Matos: uma nova visão sobre medicina, longevidade e cuidado integral

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Da influência de uma família de educadores e empreendedores à construção de uma carreira médica baseada em ciência, acompanhamento próximo e visão integral do paciente

Formado em Medicina pela Unisinos e atualmente no primeiro ano da residência em Medicina de Família e Comunidade na ESP/RS, o médico gaúcho reúne produção científica, experiência clínica e uma vivência internacional em Pittsburgh em uma trajetória voltada à resolutividade, prevenção e cuidado individualizado.

Nascido em Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul, Diego de Matos Rodrigues da Silva cresceu em um ambiente no qual educação, trabalho e empreendedorismo sempre caminharam lado a lado. Filho de professores que também decidiram empreender e construíram um hotel na cidade, teve contato desde cedo não apenas com a rotina de um negócio familiar, mas com tudo aquilo que existe por trás da construção de uma empresa: responsabilidade, gestão, atendimento, atenção aos detalhes e, sobretudo, relações de confiança.

Mais do que observar, trabalhou ao lado da família desde jovem. Foi uma formação que começou muito antes da faculdade e que ajudou a desenvolver uma percepção que, anos mais tarde, levaria para a própria profissão: excelência não depende apenas daquilo que se entrega, mas também da consistência e da experiência construída ao longo da relação.

Na Medicina, essa visão ganhou outro componente igualmente importante: ciência, formação clínica e atualização permanente.

Formação clínica sustentada por produção científica

Diego é médico formado pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e construiu, desde a graduação, uma trajetória que procurou combinar assistência, ensino e atividade acadêmica.

Durante a faculdade, foi monitor de Semiologia e coordenou projetos de extensão ligados às Ligas Acadêmicas de Cirurgia Geral e Oncologia, experiências que ampliaram seu contato com diferentes campos da Medicina e ajudaram a consolidar uma formação abrangente.

Nos anos seguintes, esse interesse passou a se refletir também na produção científica. Somente em 2025, Diego participou da publicação de cinco artigos em periódicos científicos, abordando temas de diferentes áreas da Medicina. Entre eles, estudos sobre a distribuição dos casos de neoplasia maligna da tireoide no Brasil, desigualdades regionais no diagnóstico do câncer de próstata, circulação extracorpórea em neonatos com cardiopatias congênitas, estratégias envolvendo Dermatologia e saúde pública e violência contra profissionais de saúde em serviços de urgência e emergência.

Sua trajetória acadêmica inclui ainda trabalhos publicados em canais científicos e apresentados em congressos, inclusive em formato de pôster, com temas como fatores de risco modificáveis para demência, atendimento pré-hospitalar no infarto agudo do miocárdio e violência contra profissionais de saúde. Soma-se a isso a participação em produções bibliográficas relacionadas à saúde, bem-estar, qualidade de vida e ciências da vida.

A diversidade dos temas acompanha uma característica que Diego considera importante em sua formação: não restringir precocemente o conhecimento médico a apenas um órgão ou uma área. Em avaliações de desempenho médico, obteve ainda resultados acima do índice de excelência estabelecido pela AMRIGS em 2024 e novamente em 2025.

Mais do que reunir publicações e atividades acadêmicas, ele considera que essa proximidade com a ciência interfere diretamente na forma como exerce a Medicina.

“Hoje o paciente recebe informações sobre novos medicamentos, exames, protocolos e tendências praticamente todos os dias. Para mim, estar atualizado não significa aderir a tudo o que aparece. Significa ter repertório para analisar a evidência e entender o que realmente pode beneficiar aquela pessoa.”

Em uma época em que novidades médicas circulam rapidamente pelas redes sociais, manter contato permanente com a literatura científica funciona também como um filtro: incorporar inovação quando ela possui fundamento, sem confundir novidade com boa medicina.

Da Unisinos a uma vivência internacional em Pittsburgh

Essa busca por diferentes referências também levou Diego para fora do Brasil. Em 2023, ainda durante a graduação na Unisinos, passou uma semana em Pittsburgh, nos Estados Unidos, participando do programa Immersion in the American Healthcare System, uma imersão voltada ao conhecimento do sistema de saúde norte-americano.

O programa foi realizado conjuntamente pelo Center for Latin American Studies da University of Pittsburgh e pela Unisinos. Sua formação médica foi realizada na Unisinos; Pittsburgh representou uma experiência internacional complementar dentro desse percurso.

A vivência permitiu contato com outra realidade de assistência, organização dos serviços e formação em saúde. Mais do que utilizar o nome de uma universidade internacional como credencial isolada, Diego considera que a experiência reforçou algo que procura manter na carreira: buscar novas referências, comparar modelos e conhecer diferentes maneiras de pensar a prática médica.

Sua formação complementar inclui ainda o Advanced Cardiovascular Life Support, da American Heart Association, além de outras atividades de atualização em diferentes áreas da Medicina. Ainda durante a formação, realizou também capacitação específica em abordagem do sobrepeso e da obesidade na Atenção Primária à Saúde, pela Universidade Federal de Santa Catarina, tema que posteriormente passaria a ocupar espaço crescente em sua atividade clínica.

A escolha pela Medicina de Família e Comunidade

Atualmente, Diego cursa o primeiro ano da residência médica em Medicina de Família e Comunidade pela Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Sul. A escolha acrescentou uma nova dimensão à formação que vinha construindo.

Apesar de ainda ser associada por parte do público exclusivamente à atenção básica, a Medicina de Família e Comunidade é uma especialidade marcada por amplitude e elevada resolutividade clínica. O médico é preparado para acompanhar pessoas em todas fases da vida, trabalhar prevenção, manejar condições agudas e crônicas, realizar rastreamentos, avaliar riscos e resolver uma parcela significativa das necessidades de saúde sem a necessidade de outro especialista, quando possível.

É justamente essa capacidade de resolução que mais se aproxima da maneira como Diego enxerga a Medicina.

Em um cenário cada vez mais segmentado, no qual diferentes profissionais podem estar olhando separadamente para diferentes partes da saúde de uma mesma pessoa, ele acredita no valor de recuperar a figura de um médico de referência: alguém que conheça a história do paciente antes de conhecer apenas seu próximo exame.

Isso não significa substituir outras especialidades. Significa saber quando elas realmente são necessárias, encaminhar com critério e, depois, integrar aquela avaliação ao conjunto.

Quanto mais o médico conhece antecedentes, histórico familiar, medicamentos, exames anteriores, rotina, alimentação, sono, atividade física e objetivos de uma pessoa, mais individualizadas podem se tornar suas decisões.

É esse conceito que Diego pretende levar cada vez mais para sua atuação particular.

Emagrecimento além da balança

Entre as áreas que passaram a ganhar maior espaço em sua prática está o acompanhamento médico do emagrecimento e da saúde metabólica.

O interesse não surgiu apenas com a popularização recente das novas medicações. Durante sua formação, Diego já havia realizado capacitação específica sobre a abordagem do sobrepeso e da obesidade.

Nos últimos anos, porém, o desenvolvimento de novas terapias farmacológicas modificou profundamente o tratamento médico do excesso de peso e da obesidade. Ao mesmo tempo, a enorme exposição desses medicamentos nas redes sociais trouxe um risco: transformar uma condição complexa em uma discussão limitada à estética, ao número na balança ou ao nome de determinada medicação.

A abordagem que Diego busca construir segue outra direção. O paciente pode chegar querendo emagrecer, mas a consulta não termina no peso. Composição corporal, pressão arterial, metabolismo, risco cardiovascular, saúde hepática, alimentação, sono, atividade física, medicamentos em uso e histórico familiar ajudam a definir o que realmente precisa ser feito.

Quando existe indicação, tratamentos farmacológicos modernos podem fazer parte dessa estratégia, mas como ferramenta dentro de um acompanhamento, e não como substituto dele.

Nesse modelo, perder peso deixa de ser o único objetivo. Preservar massa muscular, melhorar capacidade física, corrigir fatores de risco, acompanhar parâmetros metabólicos e criar condições para que o resultado seja sustentável passam a ter importância semelhante.

O emagrecimento se transforma, assim, em uma porta de entrada para uma conversa maior sobre saúde, prevenção e qualidade de vida.

O check-up como estratégia, não como excesso

A mesma lógica se aplica ao check-up. Para Diego, uma avaliação sofisticada não é aquela que reúne a maior quantidade possível de exames, mas aquela que consegue selecionar o que realmente tem valor para aquela pessoa.

Idade, sexo, histórico familiar, hábitos, sintomas, medicamentos e fatores individuais de risco modificam completamente aquilo que deve — ou não — ser investigado. A proposta é se afastar do modelo de “pacote de exames” e caminhar para uma avaliação individualizada, na qual cada informação solicitada tenha uma razão clínica e uma possível consequência para a tomada de decisão.

Pressão arterial, perfil lipídico, metabolismo da glicose, saúde cardiovascular, função hepática, vacinação, rastreamentos indicados, composição corporal e estilo de vida podem fazer parte dessa análise, mas sempre de acordo com o perfil de cada paciente.

A pergunta passa a ser menos “quantos exames conseguimos solicitar?” e mais “o que podemos identificar ou modificar hoje para aumentar a chance de essa pessoa estar bem nos próximos anos?”

É nesse ponto que prevenção, performance, qualidade de vida e longevidade começam a conversar — sem promessas extraordinárias e sem transformar a Medicina em uma coleção de tendências.

A experiência do paciente também importa

Talvez seja justamente nesse aspecto que a história iniciada em Torres volte a aparecer com mais clareza.

Crescer dentro de um empreendimento relacionado à hospitalidade fez Diego observar, muito antes da faculdade de Medicina, elementos como organização, comunicação, disponibilidade, solução de problemas e atenção aos detalhes.

Hoje, acredita que alguns desses princípios também podem qualificar a experiência médica. Para ele, competência técnica é indispensável, mas um cuidado de alto nível envolve também a forma como o paciente é recebido, a facilidade de comunicação, a continuidade depois da consulta e a percepção de que existe alguém efetivamente acompanhando sua saúde.

Não se trata de transformar paciente em cliente ou saúde em produto. Trata-se de reconhecer que uma Medicina tecnicamente excelente pode ser ainda melhor quando existe organização, proximidade e continuidade.

Essa mentalidade orienta sua visão de uma prática particular baseada menos em volume e mais em personalização e acompanhamento longitudinal.

O paciente pode chegar buscando emagrecimento, um check-up, uma alteração em exames, uma nova queixa clínica ou simplesmente desejando alguém que acompanhe sua saúde ao longo do tempo.

A porta de entrada pode mudar. A proposta permanece a mesma: conhecer a pessoa suficientemente bem para que a Medicina se torne progressivamente mais individualizada.

Um médico para acompanhar a pessoa, não apenas uma doença

Essa concepção também faz com que Diego não restrinja sua atuação a uma única área.

Embora emagrecimento, saúde metabólica e prevenção tenham ganhado maior protagonismo em sua prática particular, ele não pretende construir uma identidade exclusivamente relacionada a esses temas. É justamente a formação integral que considera um dos principais diferenciais de sua atuação.

Uma mesma pessoa pode inicialmente procurar atendimento por excesso de peso e, ao longo do acompanhamento, apresentar alterações na pressão arterial, colesterol, glicemia, sono, dores musculoesqueléticas, sintomas agudos ou necessidade de organizar seus rastreamentos preventivos.

Para Diego, o valor está justamente em não precisar começar do zero a cada novo problema.

Ter um médico que já conhece o histórico, os exames, os tratamentos anteriores e os objetivos permite contextualizar melhor cada mudança. Em vez de enxergar o paciente como uma sucessão de diagnósticos independentes, o acompanhamento passa a construir uma história clínica ao longo do tempo.

Amplitude hoje, profundidade no futuro

Paralelamente à formação generalista, Diego mantém interesse especial pela Oftalmologia, área que considera para aprofundamento futuro de sua carreira.

À primeira vista, a amplitude da Medicina de Família e Comunidade e a precisão técnica da Oftalmologia podem parecer caminhos distantes. Para ele, no entanto, representam duas dimensões complementares da formação médica.

Uma desenvolve a capacidade de compreender o indivíduo como um todo. A outra representa a possibilidade de aprofundamento técnico em uma área altamente específica.

Em comum, existe a mesma busca: ampliar a capacidade de resolver problemas com qualidade.

Uma medicina pensada para o longo prazo

Da infância em Torres, acompanhando os pais professores que decidiram empreender, à formação médica na Unisinos; da monitoria e liderança acadêmica às publicações científicas; da experiência de uma semana em Pittsburgh ao primeiro ano da residência médica, a trajetória de Diego de Matos ainda está em construção.

Mas o direcionamento começa a ficar claro: construir uma Medicina baseada em ciência, atualização permanente, resolutividade, proximidade e continuidade.

Uma prática capaz de utilizar novas tecnologias sem transformar novidade em promessa; de tratar emagrecimento sem reduzi-lo à estética; de falar sobre prevenção, performance e longevidade sem abandonar critérios médicos; e de recorrer às diferentes especialidades sempre que necessário, sem perder a visão do paciente como um todo.

Talvez seja também aí que empreendedorismo e Medicina voltem a se encontrar.

Negócios sólidos raramente são construídos em um único contato. Reputação depende de consistência, confiança e relações desenvolvidas ao longo do tempo.

Na saúde, Diego acredita que não seja tão diferente.

Em uma Medicina cada vez mais especializada e fragmentada, ter um médico que realmente conheça sua história pode ser uma das formas mais valiosas de cuidado.

Para mais informações acesse:

https://www.instagram.com/drdiegodematos?stkn=d3N0cGM5aHd3NHZh&utm_source=qr

https://wa.me/message/CXFGMNEQVJVPO1?src=qr

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